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um olhar profundo, rosto pálido, e um soluçar que não para de pedir que a ajude, a esperança émais do que uma simples palavra, pode ser uma ilusão para uns, mas para elas é tudo o que elas tem para continuar respirando, é uma dadiva, uma benção que lhes faz continuar a acreditar, a viver, a esperança é a única coisa, a sua razão para existir

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Noticias

11. Mar, 2017

ADPP empodera mulheres

A organização não-governamental ADPP Moçambique está a implementar um projecto denominado “Raparigas Inspiradoras” ou “Girls Inspire’’. A iniciativa, que está a ser implementada em parceria com a Commonwealth of Learning – COL o Governo de Canadá, visa empoderar mulheres e raparigas em Nacala-Porto, província de Nampula.

Fonte da ADPP refere que o projecto abrange 2000 raparigas e mulheres, através de cursos de formação nas áreas de hotelaria e turismo, corte e costura, culinária, electricidade, informática, contabilidade e agropecuária.

“Os cursos terão a duração de 3 meses, sendo 40 meninas por cada sessão. Como resultados destas acções filantrópicas, várias raparigas tem beneficiado de cursos de formação profissional oferecidos pelos três colégios politécnicos, obtendo, desde modo, não só o certificado que lhes abre as portas para o mercado de emprego, mas também uma oportunidade de mudar as suas vidas e das suas famílias”, indica a fonte.

Para dar ênfase à formação profissional, acrescenta, a ADPP Moçambique criou 3 colégios politécnicos, um dos quais na Machava, província de Maputo, outro em Nhamatanda, em Sofala, estando o terceiro localizado em Nacala.

“O projecto foi criado com o objectivo de combater o casamento precoce e forçado, e outras barreiras que as mulheres e meninas enfrentam e que as impede de participar plenamente na sociedade. O seu objectivo é aumentar o acesso aos meios de vida sustentáveis para mulheres que vivem em áreas rurais, habilitando-as com conhecimentos e ferramentas que as possibilitarão inserir-se no mercado de emprego ou a auto empregarem-se”, frisou.

Segundo ela, a iniciativa está a ser implementada na província de Nampula, distrito de Nacala-Porto, em 7 comunidades, nomeadamente Muzuane Alta, Muzuane Baixa, Triângulo, Mathapue, Naherenque e Quissimajulo.

“Na fase actual, o projecto está a trabalhar com cerca de 210 raparigas que fazem parte do 1º grupo de formação. Destas, 36 meninas em idade escolar foram reintegradas nas escolas”, concluiu.

11. Mar, 2017

FUNDO DE APOIO ÀS INICIATIVAS JUVENIS: Projectos encalhados por falta de desembolso

O NÃO desembolso do Fundo de Apoio às Iniciativas Juvenis (FAIJ) por parte do Instituto Nacional da Juventude, há cerca de dois anos, está a “encalhar” a implementação de diversos projectos de jovens submetidos à Direcção Provincial da Juventude, em Nampula.

Mesmo assim, o director provincial da Juventude e Desportos, Cachimo Raúl, aconselhou os jovens e as associações juvenis que remeteram os seus projectos ao fundo a não perderem esperança, indicando que logo que o dinheiro seja disponibilizado, serão financiados pelo menos 55 dos 100 projectos submetidos.

Maioritariamente, o FAIJ na zona urbana tem financiado projectos de jovens virados para as áreas de comércio, como a abertura de barracas e serralharia, enquanto nas zonas rurais se destina à produção agrícola e à criação de aves.

Entretanto, aquele dirigente anotou o facto de se estar a registar um fraco nível de reembolso dos fundos disponibilizados, o que até certo ponto prejudica o princípio de rotatividade do FIAJ. Segundo afirmou, poucos são jovens que devolveram na totalidade o dinheiro emprestado.

“Estamos, desde o ano passado, a trabalhar com os jovens que receberam e que estão a realizar alguma actividade, para sensibilizá-los sobre a necessidade de reembolso dos fundos concedidos, de forma a beneficiar mais jovens e associações”, disse Cachimo Raúl, apelando à consciência dos mesmos para a devolução do dinheiro.

A província de Nampula recebeu, em 2015, pouco mais de um milhão de meticais, que serviu para financiar cerca de 40 projectos diversos, numa média de 30 mil meticais para cada programa.

11. Mar, 2017

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Sobre projectos na sua zona: Comunidades devem ser devidamente esclarecidas
Publicado: Terça, 16 Agosto 2016 01:00 | Email | Acessos: 463

AS comunidades devem ser devidamente esclarecidas sobre projectos de investimento a serem implementados nas suas áreas de residência, sobretudo os de indústria extractiva.

Com efeito, estão a ser formados, em Maputo, jornalistas e membros de diversas organizações da sociedade civil que vão servir de “vigilantes” e/ou agentes de divulgação da Lei de Direito à Informação.

O projecto, denominado “Monitoria da aplicação da Lei do Direito à Informação em defesa dos direitos da população no sector da indústria extractiva em Moçambique”, é da iniciativa da Liga de Organizações Não-Governamentais em Moçambique (Joint) e do programa Moçambique em Acção do Grupo Soico, com o financiamento da União Europeia.

Segundo Augusto Sixpence, gestor do projecto, o que acontece é que várias vezes os residentes de uma determinada zona são surpreendidos com a instalação de um projecto e eles não são informados dos contornos do mesmo.

“Alguns desses programas implicam movimentar as famílias dos seus locais de residência, mas sem conhecerem as razões. Elas têm o direito de serem informadas sobre o tipo de projecto que está a ser implementado e os ganhos que vão obter”, disse Sixpence.

Soube-se que para o projecto lograr sucessos desejáveis é necessário o envolvimento de jornalistas e membros da sociedade civil, porque estes trabalham directamente com as comunidades.

“Os membros da sociedade civil que estão a ser formados vão fazer a réplica dos conhecimentos em diversos distritos. As comunidades precisam saber que existe uma lei que obriga o Governo e o sector privado a prestarem informação de qualquer que seja o programa que desejam instalar”, explicou.

Sixpence disse que o trabalho é contínuo, daí que se espera que a comunidade venha a ter capacidade de exigir informação de qualquer acção que se pretender fazer nas suas áreas de residências e não só.

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